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Johnatan Abraão

Johnatan é um psicólogo existencialista que pauta sua atuação clínica no diálogo, na arte e no corpo. Durante sua graduação na PUC-SP com ênfase em fenomenologia e na abordagem corporal, também cursou matérias no departamento de Comunicação e Artes do Corpo e foi integrante do Núcleo Experimental de Buto - integrando a prática da performance em seu processo de formação, o que culminou em sua monografia “Fenomenologia e Performance, uma hermenêutica do corporar do corpo”.

 

Em sua atuação terapêutica tanto em grupos quanto em processos individuais ele busca compreender a singularidade de cada pessoa, visando a construção de uma maior autonomia diante da vida e na busca de um caminho de maior liberdade frente aos sofrimentos vividos por quem está se propondo a vivenciar um processo de acolhimento e acompanhamento terapêutico.

 

Partindo de um ponto de vista no qual corpo e mente são diferentes aspectos de um mesmo fenômeno, Johnatan busca explorar o uso de processos artísticos e técnicas corporais para aqueles momentos em que as palavras não dão conta para lidar com a situação. E dessa maneira contribui com sua atuação e pesquisas dentro do núcleo “Oficinas Corporais”. 

 

Johnatan Petrassi de Abraão

CRP 06/168156

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Mayuri

Mayuri é psicologue e terapeuta corporal. Desde sua graduação em Psicologia foi se aprofundando nas práticas corporais terapêuticas e na pesquisa sobre a atuação clínica na fronteira entre a arte e o corpo. Tem como grandes inspirações Angel Vianna e Lygia Clark, que a movem a buscar encontros que explorem o campo sutil e o campo sensível como potência de criação de vida.

Atua com atendimentos individuais e em grupo e na área de pesquisa. Nos atendimentos, propõe um acompanhamento na exploração dos processos de cuidado de cada ume, através de um espaço de escuta sensível. No que se refere a pesquisa, compõe o coletivo grupo FOZ, que investiga modos ampliados de se compreender a saúde e o cuidado.

“O que pode(m) o(s) corpo(s)?” é um questionamento que a instiga. Como despertar o corpo em meio a sensações que podem ser complexas de se entender? Como sustentar experiências sensíveis que alargam nossa capacidade de sentir? Como criar corpo para sustentar o sentir? Perguntas que seguem (co)movendo suas pesquisas e práticas.

Vamos explorar isso juntes?

 

Isabela Mayuri Omi Garcia (Mayuri)

CRP 06/145485

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